
Normas e diretivas



A roupa de proteção de nivel C1 é adequada quando o potencial risco é relativamente baixo. A roupa de proteção de nivel C1 proporciona a proteção minima e não é adequada para o uso de formulações pesticidas concentradas. Pode-se utilizar como roupa de proteção básica com outros artigos quando o portencial risco é relativamente mais elevado.
A roupa de proteção de nivel C2, incluida a de proteção parcial do corpo, é adequada quando tenha sido determinado que a proteção requerida é superior à proporcionada pela roupa de proteção de nivel C1. A roupa de proteção de nivel C2 costuma oferecer um equilibrio entre conforto e proteção.
Esta roupa de proteção não é adequada para o uso de formulações pesticidas concentradas. Pode-se utilizar como roupa de proteção báscia com outros artigos quando o potencial risco é realtivamente mais elevado.
A roupa de proteção de nivel C3, incluida a de proteção parcial do corpo, é adequada quando é determinado que o potencial risco é elevado. Pelo que se refere aos fatos de macaco de nivel C3, são necessárias medidas de precaução, como um uso de curta duração, já que estes fatos de macaco podem gerar um calor excessivo que provoca esgotamente e stress térmico. A roupa de proteção de nivel C3, incluida a roupa de proteção parcial do corpo, é adequada para o uso de
pesticidas diluidos e concentrados.
O risco deve avaliar-se em função da toxicidade do produto fitossanitário (verificar a etiqueta) e do grau de exposição do operário. Por exemplo, é fácil compreender que o grau de exposição do operador será muito maior em caso de pulverização aérea rebocada por um tractor de cabine aberta que no caso de pulverização manual manual com gatilho.
VESTUÁRIO DE PROTEÇÃO CONTRA CLIMAS FRESCOS
Esta norma especifica as exigências e os métodos de ensaio de desempenho dos artigos de vestuário (blusões, casacos, sobretudos, calças) de proteção contra climas frescos.
Este vestuário será utilizado com uma temperatura moderadamente baixa (-5°C e mais) para proteger contra o frio local da pele e é utilizado não só para actividades no exterior, como por exemplo na indústria da construção civil, mas também em actividades no interior, como por exemplo na indústria alimentar.
Não será sempre necessário, nesses casos, que o vestuário seja feito de materiais impermeáveis ou estanques à água. A exigência correspondente é portanto deixada em opção na presente norma.
X : Classe de resistência térmica, Rct
X : Classe de permeabilidade ao ar, AP
X : /cler do artigo de vestuário (Opcional)
X : Classe de resistência à penetração da água WP (Opcional)
| ALASKA3 | |
|---|---|
|
|
EN14058 |
|
2 2 0,221 m². K/W X |
|
| Isolamento I cler M².K/W |
Utilizador de pé imobilizado, 75 W/m² | |||
| Velocidade do ar | ||||
| 0.4 m/s | 3 m/s | |||
| 8h | 1h | 8h | 1h | |
| 0.170 | 21 | 9 | 24 | 15 |
| 0.265 | 13 | 0 | 19 | 7 |
| 0.310 | 10 | -4 | 17 | 3 |
EQUIPAMENTO DE VISIBILIDADE MELHORADA PARA SITUAÇÕES RISCO MÉDIO
Esta norma especifica os requisitos relativos aos equipamentos de visibilidade melhorada em dorma de vestuário, ou dispositivo, capaz de assinalar visualmente a presença do usuário.
O equipamento de visibilidade melhorada está destinado a proporcionar visibilidade ao portador em situações de risco baixo ou médio em todas as condições de luz natural e/ou sob iluminação dos faróis das viaturas ou faróis no escuro. Esta norma não se aplicará aos equipamentos de alta visibilidade em situações de alto risco cobertos pela norma EN ISO 20471.
| TIPO A | TIPO B | TIPO AB |
|
Dia |
Condições |
Luz de dia, crepúsculo e |
| Equipamento que utiliza um material fluorescente |
Equipamento que utiliza um material retroreflectante | Equipamento que utiliza material fluorescente e material retroreflectante ou combinado |
| B1 (suspensão livre) | ||
| B2 (membros) | AB2 | |
| B3 (no tronco ou no tronco e membros) | AB3 |
Superficie minima em m² para tipo B1 e B2 :
| B1 | B2 | |
| Material reflectante | 0,003 | 0,018 |
Superficie minima em m² para um tipo A, B3 e AB :
| A | B3 | AB | A | B3 | AB | |
| Altura do usuário | h < 140 cm | h > 140 cm | ||||
| Material fluorescente | 0,14 | - | 0,14 | 0,24 | - | 0,24 |
| Material reflector | - | 0,06 | 0,06 | - | 0,08 | 0,08 |
| Material de performance combinada | - | - | 0,14 | - | - | 0,24 |
Esta norma especifica as exigências e métodos de teste das peças de vestuário de proteção não ventiladas contra a contaminação radioactiva sob a forma de partículas.
As peças de vestuário deste tipo são concebidas para proteger apenas o corpo, os braços e as pernas do portador, mas podem ser utilizadas com acessórios que protegem contra outras partes do corpo (por exemplo, botas, luvas, aparelho de protecção respiratória - APR).
As peças de vestuário são classificadas de acordo com o seu factor de proteção nominal (relação entre a concentração de partículas de teste na atmosfera ambiente e a concentração de partículas de teste no interior da peça), determinado de acordo com a fuga total para o interior (relação entre as concentrações de partículas de teste no interior da peça e no interior da câmara de teste).
As classes são as seguintes:
| CLASSE | FACTOR DE PROTECÇÃO NOMINAL |
| 3 | 500 |
| 2 | 50 |
| 1 | 5 |
Esta norma especifica as exigências e os métodos de ensaio do desempenho do vestuário de proteção contra o frio a temperaturas inferiores a - 5°C (indústria do frio / frios extremos).
Distingue-se dois tipos de vestuário:
O artigo de vestuário: cobrindo só uma parte do corpo, ex. parka, casaco, sobretudo.
O vestuário: cobrindo o corpo todo (tronco + pernas), ex. fato de macaco, parka e jardineira.
X (roupa interior B/C/R) : /cler do vestuário
X : Classe de permeabilidade ao ar, AP
X : Classe de resistência à penetração da água WP (Opcional)
| NORDLAND | |
|---|---|
|
|
EN342 |
|
0,358 m².K/W (B) 3 X |
|
| Isolamento I cler M².K/W |
Utilizador em movimento praticando uma actividade | |||||||
| Ligeira 115 W/m² | Moderada 170 W/m² | |||||||
| Velocidade do ar | ||||||||
| 0.4 m/s | 3 m/s | 0.4 m/s | 3 m/s | |||||
| 8h | 1h | 8h | 1h | 8h | 1h | 8h | 1h | |
| 0.265 | 3 | -12 | 9 | -3 | -12 | -28 | -2 | -16 |
| 0.310 | -2 | -18 | 6 | -8 | -18 | -36 | -7 | -22 |
| 0.390 | -9 | -28 | 0 | -16 | -29 | -49 | -16 | -33 |
| 0.470 | -17 | -38 | -6 | -24 | -40 | -60 | -24 | -43 |
| 0.540 | -24 | -45 | -11 | -30 | -49 | -71 | -32 | -52 |
| 0.620 | -31 | -55 | -17 | -38 | -60 | -84 | -40 | -61 |
A norma EN ISO 374-5 especifica os requisitos e métodos de ensaio para as luvas de proteção destinadas à proteger o utilizador contra os microorganismos (bolores e bactérias, vírus em opção).
Penetração dos bolores e bactérias (testado em conformidade com a norma EN374-2): ensaio que permite verificar a estanqueidade à água e ao ar de uma luva.
Penetração dos vírus (testado segundo o método B da norma ISO 16604): processo que determina a resistência à penetração por patógenos veiculados pelo sangue.
– Método de ensaio utilizando o bacteriófago Phi-X174.
A luva, segundo o seu tipo, levará o seguinte pictograma:
Exemplos de aplicação:
A área de utilização é determinante, uma vez que, conforme o caso, a luva deverá combinar várias propriedades para responder aos requisitos de proteção necessários. Assim, é muito importante consultar as áreas de utilização indicadas e os resultados dos testes realizados em laboratório que se encontram no manual de utilização. No entanto, recomenda-se verificar se as luvas estão adaptadas à utilização prevista realizando previamente testes, já que as condições no local de trabalho podem diferir das do ensaio tipo, em função da temperatura, da abrasão e da degradação.
A norma ISO 18889 especifica as exigências relativas às luvas de proteção para os operários que manipulam pesticidas e trabalhadores de reentrada.
As luvas de classe G1 são adequados quando o risco portencial é relativamente baixo. Estas luvas não são adequadas para o seu uso com pesticidas de formulação concentrada, nem em caso de risco mecânico. As luvas da calsse G1 são geralmente para um único uso.
As luvas de classe G2 são adequadas quando o potencial risco é mais elevado. São adequados para utilização com pesticidas diluidos e concentrados. As luvas de classe G2 também cumprem os requisitos minimos de resitência mecânica e portanto, são adequados para actividades que requerem luvas com uma resitência mecânica minima.
As luvas de classe GR apenas protegem a palma da mão e estão destinados aos trabalhadores em contactos com residuos secos de pesticida ou parcialmente seco presentes na superficie da planta depois da aplicação de pesticidas.
A norma EN16350 estabelece as exigências suplementares para as luvas de proteção que utilizam-se num entorno que inclui o que é susceptível de incluir zonas inflamáveis ou explosivas.
Podem definir-se outras propriedades electroestáticas mediante a EN1149-1 (resitência determinada pelo comprimento da superficie de um material) ou a EN1149-3 (atenuação da carga), mas não são suficientes para avaliar as luvas de proteção de dissipação eletroestática.
Especificações dos números de escalão e dos requisitos relativos ao fator de transmissão dos filtros com vista a proteger os operadores para a soldadura e as técnicas associadas. Especificação dos requisitos relativos aos filtros de soldadura com número duplo de escalão.
Aplicável a qualquer tipo de protetores individuais dos olhos contra os perigos susceptíveis de danificar os olhos com excepção das radiações de origem nuclear, dos raios X, das emissões laser e dos infravermelhos gerados por fontes a baixa temperatura. Não se aplica aos protetores dos olhos para os quais existem normas distintas (protetor dos olhos anti-laser, óculos de sol de uso geral, …).
A norma EN ISO 10819 especifica os requisitos de remdimento de atenuação de vibrações através de uma luva. Também deve cumprir com os requisitos de espessura e unidormidade do material anti-vibratório. De referir que este tipo de luvas pode reduzir e não eliminar os riscos para a saúde relacionados com a exposição às vibrações transmitidas às mãos.
O factor de transmissão de vibrações em bandas de frequência de terceiro de oitava de 25 a 200 Hz será equivalente ou inferior a a 0,90. O que seja medido nas bandas de frequência de terceiro de oitava compreendidas entre 200 e 1250 Hz deverá ser equivalente ou inferior a 0.60.
Especificação dos requisitos dos filtros de soldadura automática, isto é dos ecrãs de soldadura com variação automática do fator de transmissão. Esses ecrãs destinam-se a proteger os operadores em operações de soldadura e técnicas semelhantes.
Especificações dos números de escalão e dos requisitos relativos ao fator de transmissão dos filtros de proteção contra os raios ultravioletas.
Especificações dos números de escalão e dos requisitos relativos ao fator de transmissão dos filtros de proteção contra os raios solares, uso industrial.
Requisitos e métodos de ensaio para luvas para utilização em soldadura manual de metais, corte e técnicas afins corte e técnicas afins. As luvas de soldadura são classificadas em dois tipos: B quando quando é necessária destreza (por exemplo, soldadura TIG) e A para outros processos de soldadura.
Especificações dos materiais, da concepção, do desempenho e dos métodos de teste para os protetores oculares e de rosto de tipo gradeado, de uso profissional.
Esta norma proporciona os requisitos para as luvas de proteção que se utilizam num entorno que produz radiação ionizante ou num entorno com substâncias radioactivas .
Uma luva que proteja conta a contaminação radioactiva deve se restanque segundo a norma EN374-2.
Uma luva que proteja contra as radiações ionizantes deve, além de ser estanque segundo a norma EN374-2, conter uma certa quantidade de metal pesado como o chumbo.
Especificações das exigências de segurança para os equipamentos de proteção dos olhos e do rosto para a soldadura e as técnicas conexas (armações/suportes dos filtros).
Connection element or equipment component. A connector can be karabiner or a snap hook.
Class A: Anchorage connector, automatic lock used as the component and designed to be connected directly to a specific type of anchorage.
Class B: Primary connector with automatic lock used as the component.
Class M: Multi-purpose connector, primary or quick opening, used as a component, which can be loaded along its major axis or minor axis.
Class Q: Quick opening connector used in long-term or permanent applications, screw lock. When completely screwed this part is a supporting part of the
connector.
Class T: Manufactured end connector, automatic lock, designed as part of a subsystem for attachment so that the load is carried in a predetermined direction.
Component of a fall arrest equipment, which guarantees the stop of a fall from a height in safety by reducing the impact of the shock.
WARNING: If we associate a lanyard energy absorber, the total length of the entire device must not exceed 2 m.